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Após tantas mudanças ainda continuamos loucos por informação

Ontem

1917. José se levanta de sua cama, toma o café da manhã e sai rumo ao trabalho. No caminho, compra um jornal para se atualizar das notícias da cidade, do país, do mundo. O jornal é, para José, um meio de interação com o mundo, com a sociedade, é ali que ele encontra todos os tipos de informação, e são essas informações que moldam a sua opinião.

Hoje

2017. Camila acorda e, antes de se levantar, as notícias já esperam por ela em seu smartphone. Ainda na cama, ela olha seu e-mail, verifica seus aplicativos de mensagens, e checa as notícias para saber se houve algo de novo enquanto ela descansava. Isso porque, quando ela está acordada, as notícias chegam em tempo real, e Camila fica sabendo de tudo em primeira mão sem precisar procurar por isso.  

O que será que José faria se vivesse em 2016 e fosse apresentado aos smartphones? O que ele faria? Provavelmente ele escreveria um comentário sobre alguma notícia, ou compartilharia um conteúdo que achou interessante em suas redes sociais. Tão naturalmente quanto ele circularia um anúncio no jornal, ou faria um recorte de uma notícia que fora memorável. Essas redes sociais agora não são mais o café que ele frequentava aos domingos para conversar sobre política, agora ele discute esses assuntos em uma comunidade virtual, que foi criada a partir da redefinição das distâncias, da extinção das barreiras físicas da comunicação, que foi provavelmente a maior revolução nos meios de comunicação desde a invenção da escrita – a Internet.  

O que percebemos aqui, é que a essência não muda, a essência das relações humanas, do senso de comunidade, da preocupação que o ser humano tem em ser quase onipresente, em querer saber sobre tudo o que acontece à sua volta – e também o que acontece do outro lado do mundo, e como isso interfere na sua realidade. Somos ávidos por informação. Temos sede por conteúdo. Nós gostamos de fazer parte de uma rede que é muito maior que nós, e isso pertence à essência do ser humano. E é por isso que o comportamento não muda em sua essência, ele apenas se adapta a novas realidades. É por isso que um dia os jornais foram a conexão com o mundo, e é por isso que hoje os smartphones são a principal porta de entrada e saída de informação, de conteúdo – até porque hoje, não somos apenas espectadores, mas também produtores de conteúdo. E o smartphone, assim como foram um dia os jornais de papel, são a nossa ferramenta de conexão, a nossa porta de acesso à comunidade global, e hoje, principalmente, nossa ferramenta de interação.

Amanhã

E o futuro? É aquilo que só conseguirão acompanhar aqueles que estão dispostos a jogar ao lado da inovação. Se hoje somos conectados e quase onipresentes, como será daqui a 10, 20, 30 anos? Hoje a inovação acontece tão rápido, que não é mais suficiente ser aberto a novas tecnologias, é preciso correr atrás delas para não ser deixado para trás. É por isso que fazemos parte da geração que está sempre em beta, se reconstruindo a cada dia para acompanhar o ritmo frenético do mundo. E você? Vai começar logo viver em modo beta ou vai correr o risco de ser deixado pra trás? Você quer ser aquele que tem a necessidade de mudar ou aquele que cria a necessidade de mudança?

Nós queremos ser a mudança. E você? 

Descubra como fazer parte, e solicite contato.



Autor

bowe

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